terça-feira, 5 de julho de 2011

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A quem não é nada
é por que nunca foi
e jamais será


Subjett Obrícuri

Meu crime

Esse foi o crime que eu cometi...
Ser pobre e honesto
Simples e humilde

Esse foi o crime que cometi...
Sair de madrugada
Para ganhar meu sustento

Esse foi o crime que cometi...
Ser um apenas um civil
E não trajar um uniforme...

Esse foi o crime que cometi...
Dizer que sou inocente
E tomar na cara por isso

Esse foi o crime que eu cometi...
Pagar autos impostos
Para que seja alimentados os porcos

Esse foi o crime que eu cometi...
Ser obrigado a votar
E não ter valor meu em voto

Esse,  foi o crime que eu cometi!

Subjett Obrícuri

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fardo!

Hoje minha  alma  ou talvez meu espírito não queriam me deixar acordar,  e o dia já estava quase  fugindo da manha. Mas aos poucos fui recobrando meus sentidos, e quando me vi lúcido, e tentei consentir  percebi que não havia nada dentro de mim. 
“Droga mais um daqueles em que o vazio é maior do que a soma de tudo que somos” 
Não consigo, tento mais um peso esta sobre mim, minhas pálpebras se sentem molestadas pela luz do sol foi quando enfiei minha cabeça na cama, meti o travesseiro sobre ela e mergulhei em meu mundo.  Até meu violão que tanto me satisfaz me prestando seus acordes estava ali...  jogando ao canto tentando me entender.  Com muito pesar horas após quando a tarde já estava as portas tive que me levantar contra meu físico debilitado por causa do mal de minha alma. Após recompor-me nada fiz além de pegar minha caneta e escrever estas palavras aqui que ao menos um pouco me apraz. Fico pensando se Deus e seus anjos, o diabos e seus demônios  fazem idéia ou tem parte nisso. É que minha luz a dias que brilha a dias que não, enquanto que minha obscuridade se faz efetiva dentro de mim. Não sei bem sobre meu eu, sobre minha essência, não me conheço direito alias ninguém se conhece sei disso por que por vezes me pego surpreendendo a mim mesmo. Talvez se eu me desfizesse ao vento e meu ser fosse espalhado aos quatro cantos do mundo, eu seria algo em fim. 

Subjett Obrícuri

domingo, 3 de julho de 2011

O que sou

Musica é a poesia da alma
Poesia e a verdade do poeta.
E a vida é posta em arte pelo feito das duas
Musica que canta as tristezas e alegrias
Poesia que traduz o que não se explica
Põe em palavras o que a boca já não dizia
Musica e poesia eu sou as palavras
Eu sou a melodia eu sou 
e ainda estou sendo
Mas  em fim, não sou nada
Por que todo dia estou acontecendo
Traduzo-me por entre letras
Por frases cantadas
As vezes por simples acordes
Em poesias desconexas
 Em rimas bem gramatizadas.

Subjett Obricuri

sábado, 2 de julho de 2011

Elas e elas

Musica e mulheres
Uma que inspira a outra
De cada uma em seu 
momento que amei
De cada uma que em
 acordes  harmonizei e cantei
Mulheres que me inspiraram 
e assim me deram musicas
Musicas  inspiradas que
me deram mulheres
Tão belos toques, tatos e toques
Na pele  tão prazerosos
Toques que se fizeram melodias
Divinos tatos divinos toques
Harmoniosas e divinas  cações.

Subjett Obrícuri

Insanidade e querer

A sombra de um pensamento...
Uma imagem indefinida
Uma vontade indeferida
Não me lembro de seu semblante
Talvez nem tenha visto
Nem sei por que sinto isto!

A sombra de um pensamento...
Acho que estive  em torpor
Ou em embebedado
Pode ter sido um entorpecente
Trazido pelos ventos, eu o inalado
E bagunçado meus sentidos.

A sombra de um pensamento...
Seria uma necessidade tal,
Paripercias de minha mente
Por achar que estou sã
E na verdade esta carente?
Meu coração de novo mente!

A sombra de um pensamento...
Quem sabe esteja  louco
Ou delirando em desarmonia
Num conflito ilógico e instável
Por uma imagem  dela que nem sei...
Sombra, pensamento, meu tormento!

(Para thays)
Subjett Obrícuri

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Tempos aqueles

Lembro-me bem  daqueles dias...
Quando a  inspiração fluía...
Nós ali, e eu lhe prestava meu canto
Com meu violão em melodias  sublimes
Que junto com soprar da brisa nos galhos
Fazia bailar as folhas ao som de nossa canção
Os pássaros na sinfonia, cantavam  em revoada
Voavam rasantes bem perto a nós
Saudando  nosso momento
Quando a natureza  em volto enaltecia-nos.

Subjett Obrícuri