A televisão Brasileira tem dois principais pilares
deturpados e que funciona muito bem para se manter, e que proporciona muita
audiência, e que é alimentada pelas atenções dos telespectadores ignorantes
manipulados. Demagogia e ostentação. Sorrisos e elogios falsos; “eu te amo”,
sou seu fã, beijos e abraços entre artistas e atores que sabe lá Deus o que
esta em seus pensamentos uns sobre os outros, esse é o que considero o primeiro
ponto. Em segundo lugar é a pratica de darem fama a quem já tem fama e enriquecer
a quem já é rico, tem ai duas principais emissoras que estão fazendo muito
isso, mas não vou citar nomes. Essas duas constantemente se digladiam, só que
com menos ofensividade do que antes, mas a verdade é que todas estão usando os
mesmos modos operantes de se manterem na mídia. É claro que a coisa não fica só
por esses pontos, modismo e sexualidade têm também contaminado as mentes das
crianças, jovens e adultos suscetíveis. As pessoas mergulham na fantasia da
riqueza e da fama, choram e sorriem com as alegrias dos ricos e famosos,
enquanto que suas vidas esta em densa miséria, primeiro a miséria cultural e em
segundo lugar miséria social. Pois é, o Brasileiro não pensa a televisão pensa
por ele, levados ao engano por musicas e novelas deturpadoras dos bons valores,
das boas premissas. Funk e homossexualidade, conteúdos podres e pobres, e pior
que as mesmas emissoras que criticavam essas coisas anteriormente estão
promovendo essas coisas hoje em dia. Pois bem, continuem assim, proclamem a
demagogia e ostentação, até que todos as crianças se tornem adultos fúteis e
vulgares, criminosos e sexualmente desenfreados e veremos qual será o futuro de
nosso mundo.
domingo, 17 de maio de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
Culpa lançada ao tempo (Universo particular, resultados quânticos e metafísicos)
Hoje é consequência de ontem, não em relação ao tempo,
mas aos resultados mesmo.
Os fatos, pessoas, e acontecimentos do agora são tudo
resultado inevitável de mim, até mesmo meus sentimentos, pensamentos e
vontades, e é dessa forma que nos afeta os resultados de nossos pecados.
Se pudéssemos prever certas consequências antecipadamente
evitaríamos o ato que no
futuro dos
resultados provocariam o resultado inevitável de nós mesmos.
O problema com o prever, é que nossos sentidos ancoram
nossas vontades e atitudes no presente da existência.
A pouca ou nem uma intuição não nos deixa enxergar um
minuto à frente, mas corroborando novamente aqui, não estou me referindo ao futuro
aqui como tempo, mas sim como consequência; pois se sabe que o tempo e espaço
são intimamente ligados e infinitos, podemos apenas calcular momentos por
acontecimentos dessa infinidade.
O que conhecemos por tempo foi arranjado e ajustado para
nossos sentidos de ser e estar, provocando a ilusão de existir agora, de esta
aqui, de ter estado ontem e que estaremos após.
Diante dessas coisas, afirmo que sinto... , alias, afirmo
que sou um vírus no organismo do espaço tempo, da infinidade, mas às vezes
afirmo que controversamente me torno um colaborador quando por epifania me vem
um pouquinho de entendimento sobre essas coisas.
Há tempos que realidade, na minha concepção de como a
entendo se fundiu ao virtual das possibilidades infinitas e concretas, digo
virtual porque nossa mente apenas tenta entender o essencial, mas só pode no
mínimo virtualizar de muito longe o que realmente é.
Nesse exato momento em que estou aqui escrevendo estas
palavras tenho vivido momentos de angustia, mas não me isento da culpa pelo que
tenho vivido.
Assumo lucidamente que me fiz um vírus pro meu próprio
sistema, desestabilizei meu próprio universo, tenho vivido tempos que até
quando não sei...
Mas só espero que com o pouco que aprendi em minhas
pesquisas e momentos de
Meditação, eu venha a retomar o equilíbrio de meu mundo,
desse tempo que me resta em fim, espero que possa encontrar, ou melhor, me
reencontrar nesse emaranhado paradoxal de tempo e pensamentos, preços e consequências,
e o universo cósmico reorganize meu universo particular.
Sostenes Ponderando
sexta-feira, 6 de março de 2015
Espero que tenha sido apenas um sonho!
Foi muito estranho, e aquela sensação que eu sentia era
profundamente mórbida algo como um medo de alguma coisa, só que,
controversamente esse medo vinha acompanhado de uma curiosidade. Medo e
curiosidade, mas queria ver o que era e como era.
De repente me vi
em um edifício, mas especificamente no interior dele, bem no centro. Do ângulo
em que me localizava eu me encontrava após uma porta, pelo lado de dentro pelo
que pude perceber.
A sensação
estranha continuava lá, me impelindo e ao mesmo tempo me atraindo, por querer estar
e não estar ali. Uma voz forte e sinistra falou de dentro de mim, como se fosse
de dentro de meu subconsciente direto para meu cociente, que se, eu fechasse
aquela porta e me afastasse o suficiente, quando eu desse os mesmos passos de
volta e abrisse a porta, o outro lado não seria mais o outro lado.
A voz me
parecia muito convincente, mas meu impulso foi mais forte, fechei a porta,
caminhei três passos para traz e parei. No exato momento em que parei me
localizava bem no centro entre paredes daquele lugar, em seguida alguma coisa
atrás de mim arrebatou meu sexto sentido, olhei e o que vi foi uma escadaria,
mas ela não estava lá antes pelo que eu lembrava.
Uma escadaria com
degraus infinitos, tanto para baixo quanto para cima, essa escadaria era
seguida por lances, lances de escadas. Inclinei-me, olhei para cima e depois
para baixo, fiquei lá olhando por alguns segundos, percebi que a forma espiral
daquela escada formava uma geometria fractal, (ver geometria fractal).
Achei incrível,
até por que nos últimos tempos eu vinha lendo sobre esse assunto, e para mim
isso fazia todo sentido.
Susto...! De repente um homem cruzou comigo, ele vinha vindo
descendo aqueles degraus, passou por mim calado e com a face enrijecida, em
seguida outro homem também passou, mas esse me pareceu estar de bem, me olhou e
anuiu simpaticamente sua cabeça. Os dois homens foram descendo e descendo, o
que eu achei interessante, mas que me deixou mais pensativo do que eu já
estava, era que suas vestes pareciam datar do século dezoito.
Mas bem, depois
de observar essas coisas me lembrei que precisava voltar, abrir a porta e sair
dali, eu tinha que fazer isso mesmo não me lembrando de ter estado lá fora,
tinha que fazer porque deduzi que, mesmo não me lembrando quando ou o por que
estava ali, eu deveria voltar e sair.
Foi o que fiz,
caminhei os mesmos passos de volta até aporta, levei a mão ao trinco, girei e
abri. Quando sai, mesmo não tendo me lembrado de quando, que horas ou por que
estive lá fora, vi que estava tudo em seu devido lugar.
As cadeiras de
espera em um canto na parede, um balcão de informação vazio, as lâmpadas postas
em sequência no teto, o ventilador pregado na parede do meu lado direito, o
corredor grande com portas do lado e do outro, tudo parecia aparentemente
normal, parecia...
Porém, algo no ar
estava errado, no momento que sai, visualizei tudo e em seguida respirei, senti
no próprio ar que tinha alguma coisa intrinsecamente diferente, algo que meus
olhos carnais não conseguiam enxergar, mas meu sexto sentido me dizia que não
estava certo, como se tudo ali não tivesse sido daquele jeito.
Me senti
inevitavelmente perturbado, de uma forma como se algo oculto ou invisível
estivesse injetando de fora ou de algum lugar aquela perturbação direto para
minha alma. Rapidamente retornei para dentro de novo, lá dentro também,
visualmente nada havia mudado, mas fui tomado pela mesma sensação de quando
estive lá fora, lá dentro já não era mais a mesma coisa, alguma coisa no ar, no
próprio éter havia mudado.
Senti uma
profunda sensação de solidão e de estar perdido, desgarrado do mundo normal e
pior, desgarrado de minha própria lucidez. O estranho era que até então eu não
tinha focado bem as paredes, apenas tinha percebido elas lá, mas não as tinha
fitado ainda, olhado bem perto.
No desespero,
resolvi descer aquelas escadas, não sei por que fiz aquilo se por mais que me
esforçasse não era capaz de enxergar o fim dela. Enquanto ia descendo cruzava com mais pessoas
que desciam e subiam, pessoas caladas, meio que pensativas ou introspectivas
unas bem afeiçoadas e outras de faces obscurecidas.
E lá ia eu
descendo e descendo, lance por lance daquela escada, me senti cansado, física e
psicologicamente, parei, apoiei minha mão em unas das paredes para descansar
foi só ai que percebi que ainda não tinha visualizado bem as paredes. Então
olhei, só que quando a fitei bem de perto, percebi que elas não sustentavam sua
forma, não tinha uma consistência em si, ficavam oscilando como se fosse um
espelho de água ao vento, só que em pé, posto ali como parede.
Isso fez como que
eu quisesse descer as escadas mais rápido, e quanto mais rápido eu caminhava e
ao mesmo tempo olhava para as paredes elas ondulavam. Eu estava assustado, e
quis parar, foi quando percebi que eu não estava ficando cansado do físico, ma
sim da mente, era um tipo de pressão continua.
Descendo e
descendo estava eu, quando de repente a voz falou de novo:
--- (“...)”
Cuidado, nem todos são pessoas, mas mantenha-se centrado, convença-os de que
você esta convencido de que são.
Naquelas alturas eu já tinha certeza que não estava na
realidade normal, aquele surrealismo me convenceu por total que eu estava em
uma situação incomum do ponto de vista humano. Eu obedeci a voz, comecei a
caminhar com mais segurança no fardo e nos passos, tentei não demonstrar em
minha face o desconforto de minha mente.
Descendo e
descendo, olhando para fundo, desejando enxergar ao menos um sinal de chão, uma
luz, o fim em fim e nada, e quando eu estava quase perdendo o controle a voz
interveio:
--- (...) “Não
pare, continue, eleve seu espírito, confie em você mesmo, determine que você é
capaz e simplesmente acredite.”
Obedeci prontamente o conselho, continuei
caminhado, seguindo todos os conselhos que a voz me deu, descendo e
acreditando, olhando para frente e objetivando o fim, e foi incrível. Na medida
em que eu ia fazendo isso, a minha frente pareceria que o espaço ia
comprimindo-se de lá para cá, em meus próprios sentidos eu era capaz de sentir
a distancia se encurtando, quando pensei que não, fim. Cheguei em “terra
firme”.
Ao chegar, o que
pude ver foi um pequeno salão vermelho, isso mesmo, vermelho, teto, paredes,
chão, móveis tudo vermelho. Ao fundo havia uma banda tocando blues, do meu lado
esquerdo tinha um bar, até os copos e garrafa eram vermelhos também, no teto um
ventilar grande, com hélices entalhadas em madeira, rodopiando vagarosamente.
Outra estranheza
era que, era um pequeno salão de eventos ou algo do tipo, eu enxergava bem as
paredes dos quatro lados, mas na medida em que iam surgindo pessoas, que
passeavam de um lado para o outro, aquele lugar ia se enlarguessendo, e quanto
mais eu percebia aquele fenômeno e observando o movimento das paredes, elas iam
se afastando e se movendo irregularmente cada vez mais.
Comecei a curtir
o som da banda que estava tocando, até por que sou musico e blues para mim é
ritmo dos ritmos, a banda estava ao fundo, eu estava bem no meio do salão, no
momento em que concentrei minha audição para entender os arranjos dos
instrumentos me vi frente a frente com os músicos, fui transportado para perto
deles.
Os músicos
tocavam alegremente e envolvidos ao ritmo, me olhavam e anuíam a cabeça
positivamente, só que ao fitar os olhos do baixista e do baterista senti de
novo aquela sensação, comecei querer me apavorar novamente, senti que aquela
energia maligna que fluía das criaturas disfarçada de humanos naquele local era
mais forte.
Antes que eu
pudesse me alterar, de novo a voz amiga me acalmou:
--- (“...)”
Calma, não esqueça, quanto mais eles estiverem convencidos de que você esta
convencido você estará a salvo, controle-se”.
Consegui me
acalmar, fui até o bar e pedi um suco de melancia, sentei e fiquei no aguardo,
curtindo o blues, passado alguns minutos, o suco chegou, aos goles e
pensamentos me mantive sentado ao canto, indagando tudo aquilo.
A voz outra vez
veio para elucidar.
--- (...) Esse
edifício é uma dimensão, um tipo de dimensão que só se tem acesso em estado de
inconsciência, dormindo, ou em coma. As portas são vórtices temporais instáveis
que oscilavam de acordo com a presença de quem entram nelas, os eventos por
traz dessas portas chegam ao impensável, e isso varia de acordo com cada
individuo. A pessoa que estiver lá, ou vai ficar tranquila por que vai perceber
que é um sonho ou vai se convencer de que é uma coisa real e é ai que as
criaturas interdimensionais se dão bem, é disso que elas precisam para manterem
as condições desse mundo, é dessas condições que elas se alimentam.
“interessante”.
Pensei comigo. Mas a grande questão era se eu iria sair dali?
A voz me disse
que sim, mas não iria ser fácil, eu precisaria alcança o nível pré ultimo de
concentração, seria um nível de equilíbrio entre a normalidade e
paranormalidade, um alto nível energização espiritual, alto patamar de
concentração psíquica fazendo ser gerada um alto cumulo de força interior. Por
fim isso deveria ser unido à força da energia psíquica focada do desejo naquilo
que se quer.
Comecei a
exercitar, foi difícil, enlouquecedor, mas foi bom, por que na medida em que
fui ficando prático em consequência disso as coisas em volta foram ficando mais
claras, tanto visualmente quanto nos sentidos.
A partir daí
aquela sensação mórbida que me perseguia foi amenizando, ao mesmo tempo em que
eu ia me tornando cada vez mais capacitado e com destreza nas situações, diante
dos acontecimentos esquisitos que se sucediam vórtice após vórtice.
Às vezes parecia
que eu estava ali apenas há cinco minutos, e às vezes parecia que dias já
haviam se passado anos, mas isso não importava, eu estava cada vez mais forte
na alma e objetivado na mente, quando percebi que aquela sensação mórbida tinha
me abandonado de vez, quando eu senti que estava confiante o suficiente dei
inicio ao passo final de minha libertação.
A passos firme
caminhei toda a vida em frente, entrava em uma porta e saia em um corredor, ia
até o fim do corredor e aparecia nas escadas, descendo, ao descer de repente me
via subindo, subindo me via de novo no salão, caminhando pelo salão me via em
outro lugar, e outro e outro. Visualizando sempre a diante, qualquer variação
de pensamento ou sentimento significaria algum lugar diferente que não fosse o
do meu objetivo.
Caminhado e
pensando, aprendendo e descobrindo as formas e armas contra o mundo
aprisionador, tive uma intuição, após tela pus prontamente em prática. Comecei
focar aquela porta que havia adentrado no inicio de tudo e desencadeado aquilo,
a primeira porta, e a imagem na minha frente foi se destorcendo e me levando a
ela, aos poucos lá na frente ela veio surgindo e surgindo até que me vi frente
a frente, procurei não me emocionar de forma alguma, para não perder o
controle.
Levei a mão ao
trinco, e girei, enquanto girava vagarosamente concentrei mina mente em estar
fora dali, abri a porta, fui após ela e me vi em um corredor com portas do lado
e do outro como tantos outros. Seguindo a intuição não entrei em nem uma outra
porta, em vez disso comecei a andar pelo corredor, sempre a frente, pensando e
almejando o lugar em que mais alegraria minha alma, o lugar que realmente meu
intimo desejaria estar.
Objetivado e em passos firmes lá ia eu, quando as paredes
começaram a tremular, perder suas formas e consistências, eu sabia que aquilo
era alguma armadilha das criaturas interdimensionais, para desviar a atenção de
quem quisesse escapar daquele pesadelo. Pensei em correr, mas não o fiz,
respirei fundo e ousadamente, fechei meus olhos e firmei mais ainda meus
passos, pensando e desejando aonde eu queria estar, quando abri os olhos...
Ufa! Acordei.
Ainda bem que foi só um sonho, mas quer saber? Tenho duvida que tenha sido só
um pesado mesmo, mas para todos os efeitos, caso eu volte para lá, já sei como
escapar, e se fosse vocês ficariam de olhos bem abertos, às vezes é melhor não
dormir.
sábado, 15 de novembro de 2014
De dentro para fora
O grito calado
Grito do silencio
A ansiedade gritando tão alto
Ansiedade gritando tão alto que a alma chega ensurdecer-se
Os pensamentos tão mais rápidos que a velocidade da luz
Tão rápidos e contundentes que chegam a penetrar outro
mundo, fazendo esse aqui obsoleto
Sonoridade em intensa vibração, afetando as partículas da
alma
O grito foi tão mais fundo quanto motivo profundo da explosão ao peito
Por
fim, toda estrutura, todo átomo desde a molécula a moldura do mero corpo transcendeu.
Subjett
domingo, 9 de novembro de 2014
R35
Quando não nos tornamos introspectivos, é como se olhássemos
para o espelho em busca de nos enxergar, e a imagem que vemos é nós mesmos de
costas para nós, olhando para nós mesmos olhando para outro espelho, mas nunca
nossa face, nunca quem somos.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Intrínseco
Como somos cruéis, isso mesmo, como eu sou e como você é.
Não temos a capacidade e nem nos permitimos tentar no mínimo fazer idéia o que
é o sofrimento de cada um, e digo mais, não importa o tamanho do sofrimento,
aquele, é o maior sofrimento de todos, por que é o sofrimento de alguém.
Não fazemos idéia da intensidade, da altura, da fundura, da
infinidade para frente e para traz, para o lado e para o outro dos sentimentos
de uma pessoa. É claro que não fazemos,
apenas dizemos abrupta e alheiamente que, deveria ser forte, meu Deus, quanta
falta de sensibilidade.
Você concorda comigo? Bom, antes de concordar ou não, pense,
vou lhes presentear com essa oportunidade, não que você já não a tinha por
direito!
Mas antes de continuar preciso dizer que estou louco, só
que, louco aos olhos dos normais, e finalizados em dúvidas, louco aqui, mas
entre os sábios eu direi a um que sábio esta por ser:
--- Louco? Já fui... hoje estou lúcido, reconhecidamente
lúcido entre os lúcidos.
Eu dou risada, cética e dissimuladamente pelo que sei que
sei, mesmo ainda não sabendo nada diante de todo esse mistério, mas “amigo”
preciso adverti-lo, não se deixe enganar pele que seus olhos acham que vêem. E
digo mais, não riam dos palhaços eles não tem graça nem uma, nem gargalhem com
piadas pré-escritas dos programas de “humor”, “piadas” que só falam de
pornografia e homossexualidade, argumentos xulos e pobres.
Não me levem a mal, é que a luz da verdade é obscura, mas a
ignorância aceita como conhecimento é mais, e nessa via de duas mãos, é fácil
perceber quem vai e quem vem, porque uma das estradas levara a algum fim de
fato e a outra leva ao engano massificado.
E são por esses motivos que não nos pomos a sentir com os
que sentem, não choramos com os que choram nem muitos menos sorrimos com os que
sorriem, e por causa disso, que até aquela pedra de esquina tem mais sentimentos
que nós.
Não pode ser tão difícil assim pode, não estamos entre
humanos? Então por que fechamos nossos olhos, por que nos fazemos indiferente.
Que sabe se olhássemos nos olhos, e filtrássemos o fardo nos
compadeceríamos ao menos um pouco, eu sei que o impulso primário é julgar, e
achar, mas como ouvi um dia: “acredite na metade do que ver e nada no que houve”,
é claro que isso não deve ser levado a ferro e fogo.
Nada..., estando de longe, ou não estando na pele do outro,
nada é o que parece, as coisas são mais relativas do que parecem, por que então
não investir tempo e sentimento ao próximo, por quer não amar, por que não querer e por quer não se permitir?
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