quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A diferença entre opinião e parecer


Opinião é o que se “acha” de uma coisa não o que se entende dela,
digamos que é uma não captação da verdade, um não entendimento.
Opinião é um achismo por assim dizer, uma aferidora da
verdade da coisa ou do que quer que seja não tendo como importância
a essência da mesma.
Parecer é quando se analisa, compreende-se o sentido e a partir daí formula-se
um comentário em relação o que quer que seja mas não pelo que se acha
e sim pela coisa mesma, pelo que ela é em sua essência, por sua veracidade em si.

Subjett Obrícuri



A controversa sobre a “questão de gosto”


È comum se ouvir as seguintes frases:
“aahh é uma questão que gosto” ou
“gosto não se discute”
Na verdade se discute sim!!!
Em suma o gosto de um individuo é “produto” de uma ação subjetiva tanto quanto do nível de cultura do mesmo, nesse caso  um que influencia o outro.
De acordo com o nível ético e cognitivo o individuo ele vai desenvolver um senso, que é o que faz  ele ter a percepção intelectual tanto por característica quanto pelo sentido da coisa mesma assim como pelo seu valor e veracidade.
Logo se o individuo não tem essas características os seus “gostos” podem lhe fazer mal, mas quem tem no mínimo um nível médio de capacidade de Inteligir
ou empreender a verdade em geral pode ter bons gostos.
Então uma questão de gosto é uma questão de inteligência, também!!!
não simplesmente “gosto é gosto” há gostos que fazem mal.


Subjett Obrìcure




O mal que te corroe

Seu sorriso não engana, suas palavras não convencem,
Conheço por que sei sobre sua mente deturpada e sinto
Em minha alma que a sua não é nobre.
É evidente que nem ao menos seu sangue, sua carne
É degustável, minhas narinas sentem seu medo e sua
Covardia meus instintos me fazem se abster de sua
Corrupção. Por certo você não tem mas forças
De se tornar algo menos desprezível  por que aceita
Compactuar com o mal.
Essa forma feminina não esconde a verdadeira
Criatura que és, até o solo sobre teus pés
Se indigna por sustentá-los e os vermes
Que te esperam após sua morte, após a morte
De sua carne se enojam.
 Ai do teu espírito que será lançado
Em danação eterna , a morte após a morte
Onde a dor não cessa, a consciência se perturba
E o arrependimento não surte efeito.


Subjett Obrícuri


Letargia

E olhando em volta meus olhos vez por outra
Me ensoberbecem vez por outra me trazem amargor
É que quando as coisas desse mundo tentam
Me fazer perder a cabeça  minha alma faz-me
Sucumbir em obscuridade
E nesse devaneio surreal meu espírito se recusa
A permanecer na casta.
Isso aqui não basta nada basta essas coisas
Não são o suficiente a própria essência do sistema
É burocrata o mundo se burocratizou
Em contra partida que a perfeição habita na simplicidade.
Não sei se sou louco em fazer questão em não ser normal
Ou anti-social ao não escoar junto com a massa
Estar junto a maioria não implica
Em ser correto politicamente
Mas talvez esse nem seja eu
E na luta do entre o leão do EU e o leão do senso
Minha mente reluta para achar equilíbrio
Penso até que vou enlouquecer mas se tenho uma certeza
É que a verdade esta muito além das definições
Arbitrarias do homem.


Subjett



Ladrão de consciência

O que se encontra na mente nunca se sabe
E a verdade fica obscurecida
Nunca se sabe a real intenção de um ato
Palavras não traduzem
Palavras podem ser manipuladas
O mal pode ser deflagrado e mesmo que não percebido
Já dizia Cesar:
“o homem morre mas o mal vai após ele
mas  bem é enterrado com o mesmo
e para esse dar-se o fim
Sim, a realidade esta a um pesadelo de distancia
O sonho na mesma ou bem perto mas nunca se sabe!
Porem, a questão aqui é o intimo e oculto
A senhora consciência o vale de ossos secos
De lembranças, de remorsos e auto engano.
Lá onde se esconde onde não chega o juízo
E nós não vimos, mas vida viu o destino viu
E vendo tramam junto ao futuro
Por que a curto, médio ou a longo prazo
O sumo ao exprimir dos feitos escorrerá
Como conseqüência
Por quanto que o bem e o altruísmo
Não podem ser enterrados com seus nobres portadores
Que já são tão poucos
E que como martírios por amor a justiça
Enojam a terra ao verter do néctar de suas vidas
Mas olho adiante, olho para as densas
nuvens de injustiça esperando
que o vento sopre e faça raiar
       o sol da resolução.


Subjett Obrícuri




Humano.

... e as vezes
a subjugar,  palavras
deflagradas com intuito
infligidor no indicativo que se
acha... ou de ser superior
mas ser não é se sentir
é deixar acontecer naturalmente.

Subjett Obrícuri

Parasita

A espreita e ao derredor pelo simples prazer da malicia
Com faro de coiote e sorrateiro como a serpente
São sempre os mesmos só mudam de aparência
Mas com a mesma maldade engenhosa
O que querem de mim?!

Sou apenas eu sou apenas isso

E eles o que são quem são?
Se aproveitam de meu altruísmo
E salteiam minha consciência
Desejam se apropriar de meus dons
Com um mão batem em meu ombro
E com outra molestam minha confiança
Ninguém é melhor que ninguém
Porem meu esforço os invejam
E minhas potencialidades os ensoberbecem

Sou apenas eu sou apenas isso

E para mim não importa se melhor
Apenas aconteço
Se me foi dada a capacidade
Foi por que busquei
Eles que busque a suas
E não se façam risco a minha integridade
Ou tormento para minha alma
Fazem questão de estar por cima
Mas digo que superioridade
Não é se contra por
E sabedoria não é “Eu acho”

Sou apenas eu sou apenas isso

Por fim  reivindico minha paz
Por que ser é apenas ser.

Subjett Obrícuri